Bom, essa é a primeira página de contos.
Mas eu tenho medo?!.
Eu tenho simplesmente tenho, num sei porque estou aqui eu simplesmente estou e você porque está aqui não vale repetir.
Eu tenho medo simplesmente medo, num sei porque tenho eu simplesmente tenho, e você porque tem num vale dizer o mesmo.
Eu tenho interesse simplesmente interesse, num sei porque eu tenho medo simplesmente medo, e você porque tem medo num vale o mesmo ritmo.
Eu tenho vontades simplesmente vontades, num sei porque tenho interesse eu simplesmente tenho e você porque tem interesse não vale repetir.
Eu vivo simplesmente vivo, num sei fugir das vontades simplesmente as tenho, e você porque foge das suas não vale dizer o mesmo.
Cansei mas eu tenho medo? Nem eu sei. Porque se soubesse não estaria tentando ter as respostas por meio da escrita. Mas e você tem medo de que? Tem medo de ser feliz e não conseguir fugir dos bons momentos que aquela pessoa te proporciona? E se for esse o medo porque ter um medo assim? De fato saber que temos pessoas que nos querem bem e que lutam para que possamos viver bem num deve ser um fardo e sim uma recompensa. Porque a cada hora que passa essas pessoas querem nos dar mais prazer e será que correspondemos a altura. Nem sempre o fato de estarmos perto, contribui o suficiente para mostrar a essas pessoas o quanto gostamos delas na verdade isso nem garante que estamos realmente mostrando a elas o quanto gostamos. Porque ao mesmo tempo em que estamos perto podemos estar mais longe que se estivessemos realmente pertos.
Pronto consegui o que eu queria baguncei a sua cabeça, mas será que é o suficiente para podermos entender o que acontece conosco. E o que está acontecendo com os outros ou será que pensamos só em nós mesmos e nem precisamos pensar nos outros porque os outros são os outros e nem é necessário sabermos deles. Porque sabermos deles? Isso vai contra a nossa natureza, a natureza humana que é mal e não corresponde com a de outras pessoas mesmo que essa pessoa tenha tudo a ver conosco. Afinal para nós um de nós mesmos já é o suficente para que tantos de nós mesmos? Devemos ver que há várias pessoas iguais à nós e que elas são nosso complemento e que vão nos servir informações que poderão mudar nossas vidas e concepções.
Placebo
Melhor conto de agosto de 2008, Blocosonline.
Era mais tarde do que se pensava, lutaram de modo inteligente, mas perderam uma batalha, levando em conta que nem sempre quem perde uma batalha perde a guerra, a animação ainda existia.
Não, não era uma guerra onde humanos morrem e armas explodem e sim uma guerra interna onde a vitória só resultaria em um prêmio: a vida.
- Mãe, eu estou curado – disse Felipe.
- Ainda não! Mas isso não me fará desistir.
- Mãe, eu não quero mais voltar aqui – chorou o menino.
A mãe pegou o filho da cadeira de rodas e o colocou no carro. Felipe teria 12 anos se o cancêr não o tivesse tomado 3 anos, estava careca pela quimioterapia e havia muito sensibilidade no corpo e não podia andar por uma paralisia na infância.
- Mãe pode desligar o ar? – perguntou o menino com uma voz um tanto quanto fraca coçando os olhos que ardiam – Meus olhos estão ardendo.
- Claro!
O ar foi desligado, pois a mãe sabia que aquela era a hora de o garoto dormir. O instinto de mãe estava certo, e em aproximadamente três minutos o menino estava dormindo.
“Oi” – o som ecoou e o corredor vazio do hospital parecia cheio de pessoas, mas não, era só ele. “O que eu estou fazendo aqui?” Essa pergunta só podia ser respondida por ele mesmo, até que uma luz acendeu no fim do corredor, mas de fato o corredor parecia não ter um fim definido, uma voz ecoou assim como o som que ele tinha a pouco escutado. “Salvação!” – a mulher começou a andar e as luzes atrás dela apagavam e às sua frente acendiam. “Você vai parar de sofrer hoje, pois receberá sua glória”. A mulher tinha asas, não era uma simples mortal era um anjo.
A mãe de Felipe o acordou, pois haviam chagado em casa.
- Vem, a mamãe vai te pegar.
O menino sentou se no banco e respondeu.
- Não precisa, eu te disse que eu estava curado.
O menino levantou e andou com confiança do que estava fazendo.
No meio do caminho tinha uma pedra.
Os leões são muito mais tranquilos do que Eles, Eles, é melhor nem comentar sobre Eles. Afinal a selva-cidade estava mais povoada que a própria savana, e nessa selva Eles habitavam. Eles, Eles nem sabem o que fazem andam, se organizam e acham que está tudo bom, mas são Eles que acham. O que os leões achariam, na verdade nem achariam, pois não podem pensar, mas Eles, Eles podem e também não acham. Eles pensam, ou melhor Eles têm condições de pensar alguns deles até pensam, mas os outros não.
A selva cidade se movimenta aquela coisa que os faz andar mais rápido mostra como o Eles não tem mais noção do que é a vida. Eles não sabem parar e olhar para os outros, mas sabem muito bem como dar a rasteira e derrubarem qualquer um da raça deles. Aquelas árvores gigantes que eles usam para morar estão repletas Deles muitos não sabendo o que fazem a selvageria é uma coisa comum Eles aprisionam seus filhos, matam seus filhos. As aves não, as aves alimentam seus filhos na boca e os ensinam a voar, mas elas assim o faz, pois tem asas, Eles não.
Mas a idéia de dar o empurrão inicial para que os seus filhos voem eles têm. A selvageria Deles é notável nas grandes metroselvas onde uma ou mais selvas cidades se juntaram para dar origem a uma maior. Lá tem alguns lugares chamados selvas favelas onde há muito tem vivido o Eles pobre ou o Eles à margem. Culpa do Ele que governa tudo o Leão deles, que além de governar a selva tem função de tomar Aquilo que os motiva viver.
Aquilo é muito forte quem tem um pouco daquilo se sobressai aos outros com facilidade, mas afinal de contas isso é bom para Eles ou Eles estão acabando com a chance de outros Eles viverem em paz.

Setembro 30, 2008 at 7:28 pm
gostei muito do que li! bjinho e os meus parabéns